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		<title>Giramundo apresenta MetaForMose</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 20:33:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Giramundo]]></category>
		<category><![CDATA[MetaForMose]]></category>

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		<description><![CDATA[MetaForMose, espetáculo do Giramundo baseado em obra de Paulo Leminski, volta a BH]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O público de BH terá a oportunidade de rever o <strong>MetaForMose</strong>, espetáculo do grupo <a href="http://www.giramundo.org/" target="_blank">Giramundo</a> inspirado no livro homônimo de Paulo Leminski, como uma viagem pelo imaginário do hibridismo humano, da instabilidade da linguagem, dos corpos e das formas. A peça percorre técnicas do Teatro de Animação e as potencialidades do teatro de bonecos, o corpo como expressividade dramatúrgica e a relação dos elementos cênicos com a projeção de vídeos.</p>
<p>Após curta temporada em 2011, o espetáculo reestreia em 26 de maio, no Centro Cultural da UFMG (BH), aos sábados e domingos, até 02 de junho. Dirigido por Tiago Almeida, a peça aborda o homem como ser transitório em busca de reconstruções corpóreas e conceituais. A instabilidade e efemeridade da condição humana são apresentadas através de narrativas oníricas e fragmentárias.</p>
<p>Personagens-personas transitam entre o humano e o inumano. O desejo de tornar-se, a incompletude do ser, o devir animal como tentativa de recompensar a ausência e a impermanência, são questões abordadas pelo espetáculo. O Professor busca na mitologia reflexões acerca da instabilidade do corpo e a efemeridade da vida. A Serpente é um híbrido, presa a memórias de processos metamórficos. Corpo mutante, ser que não se conforma em ser.</p>
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		<title>Garbage de volta com Not Your Kind of People</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:57:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Garbage]]></category>
		<category><![CDATA[Not Your Kind of People]]></category>

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		<description><![CDATA[Not Your Kind of People rompe hiato de Garbage em estilo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cravado no imaginário pop da década de 90, o <a href="http://www.garbage.com" target="_blank">Garbage</a> é mais que uma banda de discos singulares e apreciáveis. Um mergulho no currículo dos membros revela Shirley Manson, a frontgirl (ela parece mais jovem que na década de 90), como uma das figuras/vozes mais sexys do mainstream; Butch Vig, como o homem/produtor por trás de Nevermind, do Nirvana, e de bandas como Smashing Pumpkins e Nine Inch Nails; além dos proficientes músicos Steve Marker e Duke Erikson.</p>
<p>Com um time invejável e status inquestionável, a banda chega ao seu quinto álbum de estúdio, <strong>Not Your Kind of People</strong>, após sete anos de hiato. O trabalho é o primeiro lançado pelo selo próprio, Stunvolume. Outra curiosidade é que as filhas de Steve e Butch cantam na faixa título.</p>
<p>Em termos estéticos, Not Your Kind of People passeia por várias vertentes. Isso poderia mostrar versatilidade, mas acaba por ser uma faca de dois gumes. Algumas faixas parecem forçadas demais e desnecessárias, embora o saldo final seja positivo.</p>
<p>As onze músicas são puxadas por Automatic Systematic Habit, com superlativos eletrônicos e guitarras pesadas/sujas. Um ótimo cartão de visitas. Big Bright World vem em seguida como um resgate à sonoridade dos anos 90. Aliás, aqui vemos muito da pegada de Butch. É como escutar uma canção típica do Smashing com os vocais de Shirley. Blood For Poppies teria tudo para ser uma das faixas principais, começa assim, mas apresenta um refrão no melhor (ou pior) estilo banda juvenil californiana.</p>
<p>Em Control, percebemos levemente o peso dos anos na voz de Shirley. A faixa é sem dúvida um dos carros chefes, e traz a moça com maturidade perceptível e uma deliciosa melodia, reforçada por timbres sujos e brilhantes. Not Your Kind of People, a faixa título, marca a virada do disco como uma balada pop psicodélica de lindos backins. A sequência de Felt e I Hate Love parecem calcar-se na estética oitentista, inglesa, de guitarras retas e refrãos marcantes. Mais do mesmo. Sugar é uma ponte para Battle In Me, outro ponto alto do trabalho. Aí sim temos uma canção clássica de <strong>Garbage</strong>, pesada, com efeitos e uma construção única. Não atoa, esse foi o primeiro single do trabalho, dando o recado de que eles voltaram com força – e coerência – total. E enquanto a maioria das bandas fecharia o disco com uma sequência de faixas medianas, eis que aparece Man On A Wire, dando ainda mais força e preparando o campo para Beloved Freak, uma faixa profunda sobre solidão e esperança.</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/lPXQic3W4F4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mostra de filmes japoneses no 7º Bunka Matsuri</title>
		<link>http://www.pop4.com.br/5347-mostra-de-filmes-japoneses-no-7%c2%ba-bunka-matsuri.html</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 14:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Bunkyo]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Japão de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de filmes japoneses no 7º Bunka Matsuri]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Sessões ocorrem neste fim de semana no Bunkyo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dia 19/05 (sábado)</strong></p>
<ul>
<li>éclair – Uma Jornada Errante (Ekureru/Okashi Horoki), às 10h30</li>
</ul>
<p>2011, 107 min.<br />
Direção: Akio Kondo<br />
Elenco: Hajime yoshii, Saori, Kenichi Endo, Keiko Takahashi</p>
<p>Sinopse:<br />
Em 1942, Akio foge do orfanato, mas é detido ao furtar confeitos. O Delegado Toyama ao vê-lo faminto, oferece um pão doce. Naquele momento Akio teve a primeira experiência em saborear um doce, uma sensação inigualável.<br />
Então Akio é encaminhando ao reformatório onde passa por uma rígida educação militar comandada pelo Ijuin. No ano seguinte, Akio é adotado por Fusano, surgindo então a esperança de ter uma família, porém tudo não passava de ilusão, pois era tratado com empregado. Desiludido, Akio resolve fugir de casa e ingressa num grupo de teatro itinerante onde finalmente encontra seu refugio. Porém Akio depara com a realidade da guerra, testemunhando a face mais cruel da guerra, a perda de pessoas queridas. Terminada a guerra, Akio passa a viver de forma reclusa, mas foi salvo pela bondade das pessoas e pela força misteriosa que os doces possuíam.</p>
<ul>
<li>O amor de Nabii (Nabii no koi), às 14h</li>
</ul>
<p>1999, 92 min<br />
Direção: Yuji Nakae<br />
Elenco: Naomi Nishida, Jun Murakami, Tomi Taira, Seijin Noborikawa, Susumu Taira</p>
<p>Sinopse:<br />
Nanako regressa à ilha de Aguni, Província de Okinawa, onde vive com seus avós, Nabii e Keitatsu. Apesar da atmosfera animada, sua avó Nabii parece estar pouco à vontade. Isso porque seu ex-namorado, Sanraa retornou após 60 anos, quando foi expulso da ilha, causando um grande rebuliço. O que Sanraa quis dizer com “Vim cumprir a promessa que fiz há 60 anos atrás”?</p>
<p><strong>Dia 20/05 (domingo)</strong></p>
<ul>
<li>Viajando com Haru (Haru tono Tabi), às 10h</li>
</ul>
<p>2009, 134 min.<br />
Direção: Masahiro Kobayashi<br />
Elenco: Tatsuya Nakadai, Eri Tokunaga, Hideji Otaki, Kin Sugai, Akira Emoto, Teruyuki Kagawa</p>
<p>Sinopse:<br />
Em Hokkaido vivem numa humilde casa, Tadao, um velho pescador e sua neta Haru.<br />
Desde que perdera sua mãe, Haru tem trabalhado como copeira em uma escola da região, mas fica desempregada, com o fechamento da escola. Decide então viajar para Miyagi à procura de seus irmãos. Mas percebe que a situação não é boa, e diante desses conturbados encontros de família, Haru decide reencontrar seu pai, e junto com Tadao, partem de volta a Hokkaido.</p>
<ul>
<li>O Lugar Prometido em Nossa Juventude (Kumo no mukou, Yakusoku no Basho), às 14h</li>
</ul>
<p>2004, 90 min<br />
Direção e roteiro: Makoto Shinkai<br />
Criação dos personagens: Ushio Tazawa</p>
<p>Sinopse:<br />
O Japão foi dividido em norte e sul, um outro mundo pós-guerra. Hiroki Fujisawa e Takuya Shirakawa moram em Aomori e são estudantes do ensino fundamental. Sentem-se atraídos pela colega Sayuri Sawatari e pela misteriosa torre erguida do outro lado da fronteira do Estreito de Tsugaru, em Hokkaido. Fazem uma promessa de voar até ela com a Sayuri, num avião construído por eles. Mas, de repente, Sayuri é transferida para Tóquio, isso abala os dois amigos que param a construção do avião, e seguem por caminhos diferentes, Hiroki vai para Tóquio e Takuya fica em Aomori. Três anos depois, Hiroki descobre que Sayuri tem uma doença que a deixou adormecida todo estes anos. Com ajuda de Takuya, Hiroki decide voar no avião que eles construíram levando a Sayuri. Até ao lugar em que fizeram aquela promessa, há muito tempo atrás…</p>
<p><strong>Para obter mais informações sobre o 7º Bunka Matsuri</strong>: <a href="http://tinyurl.com/7n7fw7r" target="_blank">http://tinyurl.com/7n7fw7r</a></p>
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		<title>Yoshitaka Amano in Brazil</title>
		<link>http://www.pop4.com.br/5345-yoshitaka-amano-in-brazil.html</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 14:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Deva Zan]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Japão]]></category>
		<category><![CDATA[JOH MABE Espaço Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Yoshitaka Amano in Brazil]]></category>

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		<description><![CDATA[Litogravuras, aquarelas e um teaser de animação serão mostrados em exposição.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.fjsp.org.br" target="_blank">Fundação Japão</a> e <a href="http://johmabeart.com.br/site/" target="_blank">JOH MABE Espaço Arte &amp; Cultura</a> realizam a exposição <strong>Yoshitaka Amano in Brazil</strong>, com 35 trabalhos do artista japonês até o dia 30 de maio no <strong>Joh Mabe Espaço Arte &amp; Cultura</strong>, no Jardim Paulista, em São Paulo. A visitação é gratuita e aberta ao público.</p>
<p>Quatro das obras, aquarelas, são inéditas e foram produzidas no Brasil, onde o artista veio em março/abril para participar da feira Game World 2012, realizada no Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, em São Paulo, onde apresentou 31 litogravuras (réplicas seriadas de desenhos originais) ao público visitante. O teaser da sua nova animação, &#8220;Deva Zan&#8221;, também será apresentado na capital paulistana.</p>
<p>Amano, que ministrou palestras e sessões de autógrafos em São Paulo, também participa, em junho, da Art Basel, na Suíça &#8211; a mais antiga e importante feira de arte do mundo. As ilustrações são apenas uma das atividades do artista, que se dedica também à pintura, litografia, filme, cerâmica, além de desenhar padronagens/estampas para quimonos e figurinos para teatro kabuki e design de joias.</p>
<p>Sofre influências de artistas de estilos díspares, como os europeus Gustav Klimt, Arthur Rackam e Kay Nielson, assim como das mitologias celta, grega e romana. As pinturas Art Nouveau e as gravuras japonesas Ukiyo-e também são foco de seu interesse como esteta.</p>
<p>Realizou exposições nas feiras de arte Armory, em NY, além de ganhar uma retrospectiva de seus trabalhos, “From Gatchaman to Deva Loka — The Legend Continues”, em 2010, no Museu Arte Contemporânea de Taipei (MOCA- Tapiei), em Taiwan. Também fez mostras individuais em galerias de arte, como &#8220;Deva Loka USA&#8221;, na SUPERFROG Gallery, em São Fancisco, em 2009; na Art Statements Gallery, em Hong Kong, em 2006; na Galeria Leo Koening Inc, em NY, em 2002; na Galerie Nosbaum &amp; Reding Art Contemporain, Luxemburgo, em 2005 e com &#8220;Think Like Amano&#8221;, no Uenonomori Museum of Art, Tóquio, em 1998. Colaborou com autores ocidentais como Michael Moorcock (“Elric the Necromancer”) e em livretos de ópera de Richard Wagner (“Tristão e Isolda” e “The Flying Dutchman”).</p>
<p><strong>Saga Deva Zan</strong></p>
<p>Marcado por ciclos em sua vida profissional (a cada 15 anos, muda de empresa e se volta a novos projetos, sempre seguindo suas próprias regras), criou seu próprio estúdio de animação, em 2010, intitulado Deva Loka. A primeira produção, agora como diretor, é a animação “Deva Zan”, obra que deverá ter cinco episódios (com 2h duração cada) e que usa a técnica Cel-Shading como base de sua produção, onde a principal ideia é renderizar uma imagem em 3D de forma que se pareça com um desenho feito à mão, 2D. Está em produção em Hollywood, em Los Angeles, nos Estados Unidos.</p>
<p>Trabalhou para o estúdio de animação Tatsunoko Productions, nos anos 60. Desde então, participou em destacadas obras como a série “Time Bokan”, “Hutch: The Honeybee” e “Gatchaman” (“G-Force” no Ocidente), o mais rentável do estúdio e apresentado em todo o mundo, considerado uma versão de &#8220;Quarteto Fantástico&#8221;, mas com cinco personagens. Conhecido pelo trabalho colaborativo com Neil Gaiman, na série Sandman, em &#8220;Caçadores de Sonhos”, em 1999, Yoshitaka Amano ganha repercussão internacional com a criação dos personagens da série de videogames do RPG Final Fantasy, em 1987.</p>
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		<title>B.B. King no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 14:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[B.B. King]]></category>
		<category><![CDATA[blues]]></category>
		<category><![CDATA[One Kind Flavor]]></category>

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		<description><![CDATA[Ícone do blues passará pelo país em Setembro e Outubro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os fãs brasileiros do <strong>blues</strong> estão em festa! Um dos mais importantes representantes do gênero, o ícone<strong> B.B. King</strong>, confirmou cinco apresentações no país ainda este ano.</p>
<p>De acordo com o site oficial do cantor e guitarrista, as apresentações acontecerão dia 29 de setembro no Rio de Janeiro; dia 2 de outubro, em Curitiba; e dias 5 e 6 na Via Funchal e dia 7 no Bourbon Street Music Club, ambos estabelecimentos em São Paulo. Os ingressos já começaram a ser vendidos pelo site, só as apresentações em São Paulo ainda não estão disponíveis.</p>
<p>Desde 2010 King não se apresenta no país. A turnê divulgará o mais recente trabalho do artista, <strong>One Kind Flavor</strong>.</p>
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		<title>O pacote da maternidade</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 19:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscila Armani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Fast Cult]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>

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		<description><![CDATA[É preciso pensar um pouco se ser mãe é, de fato, uma escolha. E consciente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Próximo domingo é dia das mães e vai parecer bem insensível isso que vou postar agora, por causa da data comemorativa…</p>
<p>Mas já fazia tempo que eu pensava sobre a questão da mulher contemporânea e a maternidade. É complicado. Avançamos muito mas, ainda assim, todas as expectativas são que uma mulher “moderna” consiga equilibrar família e trabalho em sua vida. Mas e aquelas que simplesmente querem tornar as coisas mais fáceis e não terem filhos?</p>
<p>É duro falar disso porque a impressão que você passa é que você odeia crianças, é insensível, não tem “instinto materno”. A gente chega a pensar que vai ser menos “mulher” se não tiver filhos. Vamos ser “menos realizadas”. Vendem essa ideia pra gente com muito sucesso e nem paramos para pensar no que significa ser mãe. No trampo absurdo e eterno que é isso.</p>
<p>É uma abnegação sem limites. É abrir mão de uma parte gigantesca da sua vida, especialmente sua juventude. Deixar de fazer planos. Deixar de realizar sonhos. Ficar mais em casa. Ter habilidades educacionais. E muita paciência.</p>
<p>O pai da criança pode ajudar, sua família pode te dar força, você pode ter empregadas e babás. Mas na hora que a criança estiver doentinha no hospital, é você e ninguém mais que vai ficar querendo morrer, se culpando, sofrendo como se estivesse sendo torturada, como se estivessem enfiando mil agulhas em você.</p>
<p>Ser mãe é não dormir nem comer direito e, ainda assim, estar sempre atenta, disposta a largar tudo a qualquer momento e, ainda por cima, amar a criança e ser muito feliz de tê-la com você. É não se arrepender, por ter a certeza que valeu a pena.</p>
<p>Quem é que conta essas coisas pra gente quando vendem o pacote da maternidade? E quem é que ressalta o fato de que provavelmente o pai/marido da criança terá muito mais chances de dormir melhor e ter mais realizações profissionais por causa do machismo da nossa sociedade? Porque, convenhamos, a criança “atrasa” a vida profissional da mãe. Se a escolha não for consciente, vai gerar não uma, mas duas pessoas frustradas. Ter filhos apenas para que os outros cuidem deles é muita crueldade. É preciso ter algum tempo disponível. Mínimo que seja. Você pode ser a Kate Middleton, mas precisa ter um tempo razoável que seja, para se dedicar a ser mãe. É a profissão mais dura e demandativa que existe. E não é algo que tenha, necessariamente, retorno. Não dá pra perder isso de vista. Criar bem seus filhos não significa que eles vão se dedicar a você na velhice. Ainda mais nos dias de hoje, em que os idosos são desvalorizados ao extremo. É duro, mas é verdade.</p>
<p>Por isso, nesse dia das mães, aproveite para colocar na balança a decisão de ser mãe ou não. No fundo do seu coração, é isso que você deseja? Tem paciência suficiente? Terá tempo disponível? Porque, vocês sabem, a mulher contemporânea pode ser bem feliz apenas trabalhando duro o dia todo e saindo depois para beber cerveja com os amigos. Viajando. Fazendo Yoga e Pilates. Malhando. Cuidando de si mesma. O pacote da maternidade é opcional. E às vezes você não precisa disso. E nem precisa sacrificar uma vida inocente, que não pediu pra nascer.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conheça Caio Bosco</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 17:37:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Caio Bosco]]></category>

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		<description><![CDATA[Caio Bosco em seu primeiro disco solo conta com colaborações significativas e estilo iconoclasta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Num universo de tendências e pressupostos musicais tão bem contornados, romper as fronteiras estéticas e propor algo de novo é tarefa árdua e incomum. Neste sentido, e indo na contramão de formas e parâmetros óbvios, o músico do Guarujá <a href="http://caiobosco.com/" target="_blank">Caio Bosco</a> lança seu primeiro disco solo, homônimo.</p>
<p>Para quem não o conhece, <strong>Caio Bosco</strong> começou sua carreira em 2005 com o duo Radiola Santa Rosa e com seu álbum de estreia, “Disqueria”, uma mistura de hip hop, dub e tropicalismo. No final de 2007, depois do término do projeto, foi desenvolvendo suas próprias canções e sua sonoridade, até “Diamante EP” de 2009, um trabalho lo-fi, com seis faixas que propõe uma música brasileira calcada no rock, funk/soul 70’ e eletrônica.</p>
<p>De lá para cá, o músico teve oportunidade de recrutar nomes como Jim Waters (Jon Spencer Blues Explosion, Sonic Youth e Calexico) e Alexandre Basa (Wallbangaz, Black Alien e Turbo Trio), além do percussionista Malásia (membro original da banda gaúcha Ultramen) para a produção de seu disco. As gravações foram feitas em home estúdios e estúdios profissionais em Guarujá, Santos e São Paulo, a mixagem do álbum foi toda feita em sistema analógico por Jim Waters em Tucson/Arizona e a Masterização a cargo de Fred Kevorkian (White Stripes, Iggy Pop) em NY/EUA.</p>
<p>Sintetizando todos esses vetores, Caio Bosco (o disco) é uma demonstração do primor na busca por uma linguagem própria. Seja em timbres, temáticas de letras ou pelo conceito (quase esotérico) que amarra todo o trabalho, cada elemento parece ser milimetricamente pensado para ter seu tempo e coerência. Formalmente, o trabalho pode presumir correntes como o funk setentista, ou um rock de sofisticação, mas reduzir todo o universo possível de interpretações a gêneros e perder a oportunidade de uma fruição completa.</p>
<p>Em Frente abre com um baixo cravado, sob uma linha de guitarra bem ritmada e pianos na medida. Mendigos de Amor (primeiro single) é uma “semi-balada” que traz a temática feminina de uma forma fluida, com destaque para os backin vocals no estilo mais retrô. Miss High Times tem um clima praiano (com direito a mar e gaviotas ao fundo), carregada de samplers e uma levada underground tendendo ao Hip/Hop. Feira do Rolo aproxima da metade do disco como uma faixa enigmática (de timbres jazzísticos), em que Caio instiga: “Eu fui na Feira do Rolo / Fui trocar a minha dor / Por um par de toca-disco / Para esquecer a minha flor / Que fugiu do meu quintal / Agora não somos mais um / Até a abelha reclamando que não faz mais zum zum zum”. Olhos D’agua mergulha ainda mais numa introspecção cadenciada, aqui envocando a figura do jovem cancioneiro pop no melhor estilo Jeff Buckley.</p>
<p>Corredor abre a segunda metade do disco valorizando as percussões quase num mantra/reggae desconstruído. Pare e Pense, em seguida, tem um tom grave, sob uma crítica ao poder, ao sistema e às perspectivas unilaterais. Musa, Música Perfeita mergulha em bases eletrônicas, guitarras fankeadas e distorcidas, com vocais ácidos, como um lado B essencial. Saudade reforça a guitarra cristalina carregada de wah-wah e uma paixão esfuziante, como uma preparação para Pernambuco Beach, um rock psicodélico revisto, de beira praia. Trilha é pura energia condensada numa cadência rápida amaciando os ouvidos para o reggae conceitual Mandala, Manda-la.</p>
<p>E assim, se constrói um trabalho de relevância, que aponta não somente a busca pela qualidade e autoria, mas pela libertação de engessados estilos musicais.</p>
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		<title>Mia Couto apresenta Estórias Abensonhadas</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Cia das Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Estórias Abensonhadas]]></category>
		<category><![CDATA[Mia Couto]]></category>

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		<description><![CDATA[Estórias Abensonhadas, livro de contos de Mia Couto, chega ao Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mia Couto</strong> é, sem dúvida, um escritor do mundo, no sentido mais físico possível. Moçambicano (de origem portuguesa) notório por suas agraciações em concursos literários, poderíamos correlacionar sua obra (vasta em aspectos de gênero) com a maestria de Guimarães Rosa, guardada as devidas proporções.</p>
<p>Digo isso porque Mia vale-se, sobretudo, do que sua terra e narrativas tem a lhe prover como insumo literário. E assim como o escritor brasileiro referido, usa de neologismos para imprimir seu estilo de forma única.</p>
<p>E é justamente destes elementos que se compõe <strong>Estórias Abensonhadas</strong>, obra originalmente lançada em 1994, mas que somente agora chega ao Brasil em edição da <strong>Cia das Letras</strong>. O título reúne 26 contos, sendo 11 inéditos e os demais publicados no jornal Público.</p>
<p>Na obra, Mia Couto aglutina textos de temáticas diversas, mas sempre fazendo com que a fantasia e a realidade se sobreponham, tendo como um pano de fundo a sociedade de seu país, hora retratada na imagem marcante do período pós-guerra civil, hora em microcosmos familiares, de vizinhança etc.</p>
<p>Nas Águas do Tempo, por exemplo, é o conto que abre a obra, construindo um universo onírico em que um jovem dialoga com seu avô através de incursões a um misterioso rio. O simbolismo aqui resgata a noção de antagonismo, tradição e perda, tão peculiares do medo no período de guerra. Já em Na Esteira do Parto, por exemplo, o autor vale-se de um humor peculiar para descrever um recorte de duas famílias e um nascimento.</p>
<p>O aspecto político e crítico de Mia Couto também toma forma de texto, como é o exemplo do conto A Guerra dos Palhaços, com uma ironia negra e feroz a um possível sistema vigente. Para encerrar, A Praça dos Deuses demonstra a universalidade ao içar a paternidade como assunto central.</p>
<p>E é justamente da pluralidade de temas, situações e perspectivas de mundo, somadas à uma verve única para tornar as letras um quadro tão expressivo que o autor se destaca. É deste pressuposto que Estórias Abensonhadas também parte, envolvendo o leitor com histórias que refletem num primeiro momento o universo peculiar no qual a obra se insere, mas também o universo particular de qualquer pessoa.</p>
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		<title>Elias Andreato e Leonardo Miggiorin em Equus</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nanda Rovere</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Elias Andreato]]></category>
		<category><![CDATA[Equus]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Miggiorin]]></category>

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		<description><![CDATA[Equus: Andreato faz um psiquiatra que tenta descobrir o que levou um menino aparentemente normal a cometer um crime cruel]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em <a href="http://pecaequus.tumblr.com/" target="_blank">Equus</a>, Alan Strang (Leonardo Miggiorin) cega cinco cavalos com estilete sem um motivo plausível e está condenado à prisão. Para tentar salvar a vida do menino, a advogada ( Mara Carvalho)conta com a ajuda de um famoso psiquiatra, Martin Dysart ( Elias Andreato) . O destino desse menino está nas mãos de um psiquiatra, que precisa entender os motivos do crime para ajudá-lo.</p>
<p>Dysart narra o encontro com o menino e divaga sobre a sua profissão e o caso que tem em mãos vai sendo solucionado como um quebra-cabeças. </p>
<p>Alan é internado e o público acompanha as sessões com o psiquiatra, as lembranças do rapaz e a sua relação com os pais. Aparentemente, a sua vida é normal, com os percalços comuns a qualquer ser humano, mas aos poucos são desvendados os seus traumas, as suas paixões e fatos que demonstram que o seu comportamento cotidiano delineava  perturbações psicológicas.</p>
<p>Um espetáculo que disseca a alma humana&#8230; que fala de amor, desejo, loucura, religião e hipocrisia de maneira envolvente e impactante. Aos poucos, o médico vai conquistando a confiança de seu paciente, ora rebelde, ora estabelecendo com o médico um jogo instigante. Não há uma resolução do caso, mas fica claro que Alan não consegue controlar as suas emoções. O cavalo, Equus em latim, é a sua obsessão; significa o desejo de liberdade, é sagrado e ao mesmo tempo tem apelo sexual; mas também é o elo que possui com os seus pais e com a dificuldade em se relacionar com eles. </p>
<p> O público não presencia a resolução do caso, mas são apresentados indícios que desvendam o porquê do crime.<br />
Seus pais são superprotetores. A mãe (Patrícia Gasppar), religiosa fervorosa; o pai ( Jorge Emil), é um comunista que não admite TV em sua casa e coibe atitudes do filho que sinalizem religiosidade e mesmo ações típicas de quem está descobrindo a vida, como aceitar andar a cavalo com um desconhecido quando criança, ou frequentar um cinema pornô com a namorada. </p>
<p>Descobrir que o seu pai não é  tão correto quando a sua mãe pregava é uma decepção que pode ter contribuído para o ato insano, assim como a dificuldade de se relacionar com a primeira namorada ( Bruna Thedy) e as lembranças da infância.  </p>
<p> Os encontros com Alan suscitam no psiquiatra reflexões sobre a sua atuação profissional e a sua vida pessoal. Neste sentido, Equus é um trabalho que rende reflexões interessantes sobre o ser humano e o modo como conduzimos a nossa vida e nos relacionamos com o outro.</p>
<p>O cenário lembra uma prisão e um estribo e se transforma em ambientes, como a casa de Alan, cinema e praia. A luz contribui para desenhar a emoção dos personagens e, nos momentos em que a força das cenas se acentua, luz e trilha se unem para criar um clima de dramaticidade, em que a loucura e os desvaneios do protagonistas atingem o ápice.</p>
<p>Em alguns momentos, a estrutura é movimentada pelos atores, o que dá dinamismo às cenas e delimita os espaços diferenciados dos acontecimentos, sobretudo dos que ocorrem fora da clínica em que Alan está internado.<br />
A direção de Alexandre Reinecke é competente. Guia com maestria os atores e consegue criar cenas dinâmicas, que prendem a atenção pela palavra e pela imagem. Leo Miggiorin tem a tarefa de dar ao seu personagem nuances que revelam uma personalidade que pode ser extremamente dócil num determinado momento e logo em seguida apresentar um comportamento inquieto e perturbador. Consegue um desempenho primoroso.  O ator interpreta com vigor o seu personagem e, através de gestos, sua fisionomia apresenta a alma inquieta e perturbada de seu personagem. Seus movimentos físicos são exaustivos e ressaltam os devaneios de Alan.</p>
<p>O texto é forte, mas mesmo nos momentos mais tensos Reinecke conseguiu imprimir sutileza às cenas, através das expressões corporais, sobretudo quando os atores se transformam em cavalos. Não há imitação, mas a representação de toda a voluptuosidade desse animal.</p>
<p>Elias Andreato é ator experiente, que traz a cada trabalho um vigor impressionante porque se entrega aos seus personagens, desenha com competência seus gestos e emoções. É um ator que conquista pela empatia, carisma e qualidade das interpretações, independentemente das características do personagem que interpreta. O seu psiquiatra é questionador, seguro em suas ações e diagnóstico, e também pronto para tirar desse tratamento lições para a sua vida pessoal. Não há um apego emocional entre ele e Alan, mas a sua função é tentar ajudar o menino e os dois estabelecem um jogo em que a cumplicidade vai ganhando cada vez mais espaço. Dysart sabe como investigar a vida de seu paciente e suas ações são precisas. Elias e Leo protagonizam cenas marcantes, conseguindo uma empatia que merece aplausos. A relação médico/ paciente é intensa nos diálogos e o embate entre os personagens acontece via diálogo, contato físico e olhar.</p>
<p>Mara Carvalho, Jorge Emil e Patrícia Gasppar têm participações pontuais e que contribuem para a qualidade do espetáculo. Mara é a advogada. Segura e competente profissional, é quem solicita a ajuda do psiquiatra para evitar que Alan seja punido com a prisão perpétua. Jorge Emil e Patrícia Gasppar interpretam os pais, que não conseguem estabelecer uma relação harmoniosa e, apesar de amarem o filho, estão sempre punindo, ameaçando e brigando com Alan. Os demais atores têm pequenas participações, mas contribuem para que a narrativa tenha força.<br />
Eqqus não é um espetáculo fácil, daqueles em que saímos da sala de espetáculos e esquecemos a encenação. As cenas permanecem na nossa memória e o teatro consegue, portanto, atingir o seu objetivo maior, que é suscitar reflexão. A ligação de Alan com os cavalos e os momentos em que o menino demonstra imenso prazer em estar montado no animal, num misto de medo, gozo e felicidade são marcantes.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Dramaturgia: Peter Shaffer<br />
Adaptação e Direção: Alexandre Reinecke<br />
Elenco: Elias Andreato, Leonardo Miggiorin, Patrícia Gasppar, Jorge Emil, Mara Carvalho, Léo Steinbruch, Gustavo Malheiros, Bruna Thedy e Fernanda Cunha.<br />
Cenários: André Cortez<br />
Cenotécnico: Fernando Bretas (Onozone)<br />
Figurinos: Renata Young<br />
Iluminação: Paulo Cesar de Medeiros<br />
Direção musical: Tunica<br />
Preparação Corporal: Carol Mariottini<br />
Fotografia: Chris Ceneviva<br />
Assessoria internacional: Claudio Erlichman<br />
Coordenação de Produção: Isabel Gomez<br />
Assistente de Produção: Manuela Figueiredo</p>
<p>*texto originalmente publicado no site Aplauso Brasil, do crítico e dramaturgo Michel Fernandes. Cedido para republicação pela autora.</p>
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		<title>Nação Zumbi anuncia hiato</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 22:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Ao Vivo no Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Fome de Tudo]]></category>
		<category><![CDATA[Manguebeat]]></category>
		<category><![CDATA[Nação Zumbi]]></category>

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		<description><![CDATA[Banda irá parar de fazer shows por tempo indeterminado. O foco dos trabalhos será o CD novo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma notícia triste para os fãs do <strong>manguebeat</strong>. Um dos grupos mais representativos do movimento, o <strong>Nação Zumbi</strong>, anunciou hoje que ficará sem fazer shows por tempo indeterminado.</p>
<p>No comunicado oficial, a banda explica que &#8220;vai parar de fazer shows por um tempo para se concentrar nos projetos pessoais e finalizar o novo CD, ainda sem data de lançamento&#8221;. Há anos em produção, este seria o oitavo disco.</p>
<p>O último lançamento do grupo foi o <strong>DVD 15 Anos &#8211; Ao Vivo no Recife</strong>, registro da turnê de <strong>Fome de Tudo</strong>, de 2007. O derradeiro show foi realizado em Belo Horizonte, no final de abril. Vamos torcer para que seja realmente apenas uma pausa e não o final definitivo do conjunto.</p>
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