Dublês de Poetas
Não exige nada de muito perfeito. Nada muito. Além de um sorriso arteiro e um xeque-mate no chuveiro.
Aquela é Julia Piller. Um personagem ficcional. E a literatura despreza o que não é ficção. Júlia existe aqui. É escritora. Nunca escreveu um livro sequer…
Dublês de Poetas – Uma conversa entre Lyu di Schön e Weisse Katze
Um mergulho na mente de Yedi
Se a arte depende da dor e do caos, o entretenimento depende exclusivamente do tédio. O entretenimento tem compromisso apenas com a diversão, tomando a atenção e entretendo.
Um encontro no hotel Ady’s
Como diria o estrábico: tenho os olhos cansados de olhar para o Além
Uma poema em prosa ou vixe e verso
“Vocês não conhecem a brutalidade poética. Algo comparado ao He-man e She-ra fazendo amor e gemendo em mandarim”
Um pouco mais sobre J.D Salinger
Dublês de Poeta: Porque o verso está morto
Divagações sobre morte, beleza, Darwin e a poesia
Procurando algo entre o twitter e um breve lanche
Uma beleza trágica e quase intelectual
A expansão poética de Francis Supernova
O íntimo de Francis Supernova
Uma madrugada que não amanheceu
Delírios de figuras fantasmagóricas na cidade Bonita
Deus é um preguiçoso sem ambição
Onde explica-se o ócio nada criativo do Divino
Um conto sobre traição, imaginação e cabeças de bacalhau.
No qual me explico como dublê de poeta
Caio Campos se explica como dublê de poeta e conta como tudo começou.
Outro dia vi na TV, num programa de debates, a velha discussão sobre o fim do papel impresso. Os debatedores poderiam abordar diversos casos sobre a função do papel, além do impresso. Com tantas pautas sobre ambientalismo e sustentabilidade. Coisa que nunca entendi, por exemplo, é o porquê do bidê nunca superar o papel higiênico? [...]


























