• Realism é o reforço da aposta folk-pop do Magentic Fields

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    Magnetic Fields – Correndo por águas peculiares, e reforçando sua presença autoral, o Magnetic Fields chega com Realism, seu mais recente álbum

    Com uma singularidade típica e o apelo pop/folk, o Magnetic Fields chega ao seu décimo disco em quase 20 anos de carreira.

    A bem da verdade, nunca ocupando lugares de destaque nas listas, mas sempre figurando entre os discos de maior relevância dos anos de lançamento, e graças à mente – e força criativa – de Stephin Merrit, o Magnetic pode se orgulhar de sua autoria.

    Realism, que está sendo lançado neste mês, é sinônimo disto. São ao todo 13 faixas que só reforçam a mesma linha de arranjos de cordas elaborados, vocais extremamente harmonizados e sintetizadores colorindo de forma singela todo o conjunto. Nada fora dos (bons) padrões para quem já conhece o som da banda.

    You Must Be Out Of Your Mind abre o disco com uma progressão melódica tipicamente pop, mas de instrumentação tipicamente folk. Mais à frente We Are Having A Hootenanny é o supra-sumo das violas e canções regionalistas, explorando aspectos rítmicos folclóricos e festivos. Na contra-mão, I Don’t Know What To Say passeia por águas calmas, repleta de sons coloridos e relaxantes.

    Em Everything Is One Big Christmas Tree, música que marca a virada do disco, os vocais de Stephin se mostram proeminentes e cheios de vigor, com a colaboração de backin vocals masculinos. Always Already Gone é uma espécie de celebração à fase indiana Beatlemaníaca.

    Já mais ao final, The Dada Polka é certamente o ponto alto. Lo-fi, experimental e com arranjos produzidos na forma mais crua possível, resgatando algo de anos 60.

    Confira o vídeo de We Are Having A Hootenanny:

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    Mais sobre o Magnetic Fields pode ser conferido em seu Myspace e pelo site oficial.

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