Stir Te Blood não chega a ser o surpreendente disco do The Bravery
Por: Salomão Terra, em Música, Review | Nenhum comentário

Sam Endicott é do tipo comum entre os amigos. Nascido em Washington, DC, o frontman da banda norte-americana The Bravery se mudou para Nova York, formando em psicologia e criando – obviamente com classmates – sua banda.
Antes disso tocou Ska com Jonathan Togo (este mesmo, de CSI) em alguns inferninhos e freqüentou círculos de amizades comuns à banda Bishop Allen.
Também não fugindo tanto do lugar comum, o Bravery chega agora ao seu terceiro disco, Stir The Blood, ainda revisitando new waves e pós-punks sem medo de superlativos e catarses.
São ao todo 11 faixas, homogêneas e não necessariamente ruins, mas previsíveis e estagnadas em relação a outros trabalhos da banda. Adored abre os trabalhos com exclusividade para fãs de Robert Smith. Baladinha dançante de melodia previsível. Song For Jacob, idem. Hatefuck coloca os vocais de Sam Endicott em xeque, explorando em demasia tons distantes e timbres saturados.
She’s So Bendable atribui Reid ao sobrenome de Sam, aumentando a família Jesus and Mary Chains. I Have Seen The Future tem certo lirismo e Sugarpill é a fossa em forma de encerramento.
Ouça um trecho de Adored e faça as comparações por conta própria:
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