• Gravuras de Diô Viana e Pélago de Paulo Penna

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    Enquanto Viana inova em busca de uma gravura não tóxica, Penna mostra sua visão particular do dilúvio contado por Ovídio

    A Galeria Gravura Brasileira exibe a partir desta terça-feira, dia 10, as exposições Gravuras, de Diô Viana, e Pélago, de Paulo Penna.

    O paraense Diô Viana, que atualmente vive na Cidade do México, exibe 30 trabalhos que são resultado da longa pesquisa que ele vem desenvolvendo nos dois últimos anos. O artista busca a utilização de novos materiais, novos meios de realização e novas técnicas de reprodução.

    Essa pesquisa o tem levado ao caminho da gravura “não tóxica”, que pressupõe a não utilização de ácidos. Nesse tipo de gravuras, ele incorpora técnicas mais contemporâneas, enriquecendo esta linguagem secular e favorecendo a investigação gráfica.

    Já Paulo Penna traz uma série de xilogravuras inspiradas a partir do poema narrativo “Metamorfoses”, do poeta latino Ovídio, especialmente naquela parte que trata do dilúvio.

    Com formatação de intervenção urbana, o projeto Pélago é feito em grandes dimensões, em papel de lambe-lambe, e cada uma das 20 obras está colada nos muros e paredes externas da galeria.

    detalhes

    Gravuras e Pélago - exposições de Diô Viana e Paulo Penna
    Até 12 de dezembro
    Galeria Gravura Brasileira
    Rua Doutor Franco da Rocha, 61, Perdizes
    Informações: (11) 3624-0301 e 3624-9193

    autor

    Priscila Armani é jornalista e apaixonada por cultura. Ela escreve sobre cinema, artes plásticas e teatro. Siga-a no Twitter.  - Leia outros textos de

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