• In Out of Control revela mais um pouco o potencial do The Raveonettes

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    Em seu quinto disco, In Out of Control, os dinamarqueses apostam na velha e bem sucedida fórmula.

    Entre as novas bandas da safra indie (anos 2000) o The Raveonettes certamente é um pequeno notável.

    O duo dinamarquês, que faz seu debut musical em 2002 com Whip It On, ficou conhecido pelas figuras no mínimo carismáticas de Sune Rose Wagner (guitarra e vocais) e Sharin Foo (baixo e vocais).

    Sua sonoridade, se não tanto quanto a figura dos membros, chamou atenção por incorporar referências diversas e poucas óbvias. Imagine um filme hollywoodiano da década de 50 (com direito a bailes de formatura e toda a baboseira colegial), com pitadas de música havaiana e doses substanciais de Jesus and Mary Chains. Bem, isto resume um pouco.

    De lá para cá foram 5 discos, que tem seu término em In Out of Control, lançado oficialmente há pouco.

    O trabalho não se destoa dos demais. Bang!, faixa de abertura, é uma porta de entrada ao sonoridade da banda, com melodia pop, riff inglês e refrão meloso. Gone Forever é o contrapeso, mais eletrônico e oitentista. Last Dance é forte candidata a faixa de maior relevância com arranjos de piano e elementos digitais bem pesados.

    Mais à frente, Suicide é vale como hit dançante. Break Up Girls! tem muito do experimentalismo barulhento, enquanto Wine encerra o disco de maneira comedida, introspectiva e mediana.    

    Confira o vídeo de Last Dance:

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