• Mais do mesmo e bom Flaming Lips em Embryonic

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    Marcando 26 anos de atividade, o Flaming Lips lança Embryonic, seu décimo terceiro álbum de inéditas

    Há 26 anos o Flaming Lips debutava para à música de uma forma não muito convencional. Em Oklahoma City o guitarrista e futuro frontman Wayne Coyne se “apropriava indevidamente” de alguns instrumentos numa igreja local para com o irmão e um amigo realizarem seu primeiro show num bar de travestis.

    Após quase três décadas de atividade no universo – posteriormente – dito indie, eles chegam agora ao seu décimo terceiro álbum Embryonic, sucessor de At War with the Mystics de 2006.

    Para quem conhece um pouco da banda, sabe que no imaginário do público, o grupo é conhecido por suas apresentações envolvendo fantasias de animais, iluminação psicodélica e muitos… aspectos lúdicos.

    Seu som também não fica atrás. Uma mistura de elementos pós-punks, com psicodelia sessentista sem perder a aura criativa pop.

    Em Embryionic essa essência se estende por 18 faixas. Conviced of the Hex já da abertura ao disco com seus arranjos de corda em proeminência. Evil mergulha numa introspecção harmônica e Aquarius Sabotage aposta na faceta eletrônica.

    Duas outras faixas merecem atenção: I Can Be a Frog, que conta com a participação de Karen O, do Yeah Yeah Yeahs e Worm Mountain, acrescida de colaborações do MGMT.

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    Ouça mais do Flaming Lips em seu site oficial e pelo Myspace.

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