• Mind Maps é a gestão criativa

    mind-map

    Para aperfeiçoar gestão de informações e produções culturais vale a utilização de ferramentas cada vez mais eficientes.

    Utilizar-se de ferramentas tecnológicas como suporte para criação conjunta não é de fato algo novo. Inúmeras são as possibilidades de diálogo entre processo criativo, colaboração e ambientes virtuais.

    Mas para além dos já previsíveis modos de “gestão online da criatividade”, vale ressaltar que ainda mais importante é a possibilidade de apropriação de processos já construídos e de caráter multidisciplinar.

    Prova disso são os Mind Maps, ou mapas mentais. Termo já familiar entre profissionais de tecnologia da informação, a ideia desde recurso é auxiliar a criação e organização de insights e andamentos de projetos, podendo assim ser adaptado perfeitamente para o campo da cultura.

    Definição da Wikipedia

    Mapa mental, ou mapa da mente[1] é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de brainstorming (tempestade de ideias); e no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio.

    Para a gestão e produção cultural a ferramenta pode ser útil como suporte de planejamento. Pensar em eventos, por exemplo, envolve diversas perspectivas. No Mind Map há um núcleo central que se ramifica em várias direções de acordo com caminhos específicos. Exemplo: Show da banda X pode originar os nodos de Logística, Som, Divulgação e Local. Por sua vez, o nodo Divulgação poderá gerar Flyers, Mídia, Assessoria de Imprensa e assim por diante.

    Desta forma, a ideia é que estejam contempladas todas as possibilidades e ramificações de um conceito maior. Ter percepção do todo pode evitar retrabalhos e gerar novos caminhos e soluções para problemas escondidos. A lógica serve para a gestão de qualquer informação, seja ela tecnológica ou cultural.

    Sob a perspectiva do processo criativo, Mind Maps também podem ser grandiosamente úteis. Imagine uma obra que envolva inúmeros pontos e equipes multidisciplinares. Um filme, por exemplo. Representar conceitos técnicos, locações, cronograma ou mesmo diretrizes de fotografia e edição de som, de forma visual, pode evitar ruídos e otimizar o resultado final, evitando gastos extras em baixas perspectivas orçamentárias, suponhamos.

    Para os que se interessam em iniciar a utilização da ferramenta, uma dica é o MindMeister. Com versão gratuita (há mais robustas e pagas), em português. É altamente intuitiva e de fácil utilização.

    detalhes

    Conheça mais sobre Mind Maps a partir de artigo da Wikipedia.

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