Big Apple
Por: Da Redação, em Colunas, Fast Cult | Nenhum comentário

Da efervescência cultural do Village, passando pelo CBGB, até o refinamento gastronômico, NYC endossa seu pseudônimo.
A maçã é uma das frutas mais polêmicas da natureza e está presente em várias facetas da cultura ocidental.
Na Bíblia, não há referência direta a ela como o fruto proibido de Adão e Eva. Mas todo mundo deduziu que ele é uma maçã.
Analogias à parte, temos a "Big Apple", a grande maçã, Nova York. Ninguém sabe ao certo porque NYC é chamada assim.
Acredita-se que a expressão foi usada pela primeira vez em 1921 por John J. Fitzgerald numa coluna de corrida de cavalos, em um jornal da cidade, o New York Morning Telegraph.
Alguém ai sabe o significado da sigla do inferninho mais quente da cidade entre as décadas de 70 e 80? O CBGB (a pronúncia é algo como Sibigibi) já teve seu nome original – CBGB & OMFUG – Country, Bluegrass, and Blues and Other Music For Uplifting Gormandizers – esquecido. Tomado de assalto em meados da década de 70 pelo embrião do movimento punk, passou a receber então (antes apenas country) bandas como Television, The Ramones, Blondie, Elvis Costello, e The Misfits.
Pouco antes, nos meados da década de 40, a cidade recebia o então garoto Andy Warhol. Recém formado em Design, e então com pouco mais de 17 anos, ele chegava para começar sua carreira profissional como ilustrador das revistas The New Yorker e Vogue.
Desnecessário dizer também que a cidade foi, por inúmeras vezes, palco de projeções cinematográficas. Quem não se lembra de Terry Malloy (Marlon Brando) esbravejando e caçando encrenca com a máfia do porto da cidade, em O Sindicato dos Ladrões, filme de 1954, dirigido por Elia Kazan.
Vizinhança conhecida da cidade, o Greenwich Village, ou apenas Village, é um dos mais notórios bairros, alçando sua fama no momento posterior à Guerra do Vietnã, sendo berço da geração Beat e reduto para ativismos em favor da liberação sexual.
Há também outras áreas. No urbanismo, temos Central Park, Empire State e o Madame Tussaud´s Wax Museum (com mais de 200 réplicas de celebridades em cera).
Na cozinha, acrescente a influência francesa, escandinava, italiana, japonesa, além da possibilidade de passear por restaurantes temáticos, como Hard Rock Café, Planet Hollywood e Mars 2112.
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